ABNT NBR 14653-1 PDF

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Author:Zuzilkree Shakabei
Country:Poland
Language:English (Spanish)
Genre:Love
Published (Last):23 February 2013
Pages:65
PDF File Size:3.2 Mb
ePub File Size:15.51 Mb
ISBN:798-2-59665-582-9
Downloads:50490
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Origem: Projeto Esta parte da NBR desempenha o papel de guia, indicando os procedimentos gerais para as demais partes, e somente ser utilizvel em conjunto com cada uma delas.

Esta Norma contm o anexo A, de carter informativo. Introduo Na dcada de 50 surgem as primeiras normas de avaliao de imveis organizadas por entidades pblicas e institutos voltados para a engenharia de avaliaes. O primeiro anteprojeto de normas da ABNT data de Sucedem-se outros, de grande importncia, elaborados por institutos que atuam no ramo, mas o assunto ganha relevncia na poca do grande surto de desapropriaes da dcada de 60, com estudos feitos por comisses de profissionais dedicados a percias e avaliaes judiciais.

Outros trabalhos so desenvolvidos com a mesma finalidade nos anos Em surge a primeira norma brasileira para avaliao de imveis urbanos, a NBR NB da ABNT, cuja principal novidade o estabelecimento de nveis de preciso para as avaliaes.

Nessa poca a ABNT comea a produzir outras normas para avaliaes, com a seguinte tipologia: imveis rurais; unidades padronizadas; mquinas, equipamentos e complexos industriais; glebas urbanizveis.

Nessa oportunidade os nveis de preciso so transformados em nveis de rigor. Segue-se a ela a norma para avaliao de servides. Paralelamente, alguns institutos, com base na NBR , produzem normas especficas com nveis maiores de detalhamento e respeitando as caractersticas de cada regio. Esta parte da NBR visa consolidar os conceitos, mtodos e procedimentos gerais para os servios tcnicos de avaliao de bens. Esta parte da NBR apresenta diretrizes para os procedimentos de excelncia relativos ao exerccio profissional.

Esta parte da NBR exigvel em todas as manifestaes tcnicas escritas vinculadas s atividades de engenharia de avaliaes. NOTA - A Resoluo n do CONFEA fixa as atribuies profissionais do engenheiro, arquiteto e engenheiro agrnomo nas diversas modalidades e, conforme a Resoluo n do CONFEA, so de atribuio privativa dos engenheiros em suas diversas especialidades, dos arquitetos, dos engenheiros agrnomos, dos gelogos, dos gegrafos e dos meteorologistas, registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CREA, as atividades de vistorias, percias, avaliaes e arbitramentos relativos a bens mveis e imveis, suas partes integrantes e pertences, mquinas e instalaes industriais, obras e servios de utilidade pblica, recursos naturais e bens e direitos que, de qualquer forma, para a sua existncia ou utilizao, sejam de atribuio dessas profisses.

As edies indicadas estavam em vigor no momento desta publicao. Como toda norma est sujeita a reviso, recomenda-se queles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a convenincia de se usarem as edies mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informao das normas em vigor em um dado momento. Decreto Federal n As apresentadas a seguir so gerais; as especficas constam nas respectivas partes da NBR Pode ser classificado como urbano ou rural, em funo da sua localizao, uso ou vocao.

No caso de trabalhos no publicados, obter autorizao para reproduzi-lo. Ao reproduzir, faz-lo sem truncamentos, de modo a expressar corretamente o sentido das teses desenvolvidas. Expressar-se publicamente sobre assuntos tcnicos somente quando devidamente capacitado para tal. Em caso positivo, dever deixar claramente expressas as ressalvas relativas insuficincia ou incoerncia da informao, bem como os pressupostos assumidos em funo dessas condies. Em casos excepcionais, quando for impossvel o acesso ao bem avaliando, admite-se a adoo de uma situao paradigma, desde que acordada entre as partes e explicitada no laudo.

Para a identificao do valor de mercado, sempre que possvel preferir o mtodo comparativo direto de dados de mercado, conforme definido em 8. A sua escolha deve ser justificada e ater-se ao estabelecido nesta parte da NBR , bem como nas demais partes que compem a NBR , com o objetivo de retratar o comportamento do mercado por meio de modelos que suportem racionalmente o convencimento do valor.

Em situaes atpicas, onde ficar comprovada a impossibilidade de utilizar as metodologias previstas nesta parte da NBR , facultado ao engenheiro de avaliaes o emprego de outro procedimento, desde que devidamente justificado.

Caso a finalidade seja a identificao do valor de mercado, deve ser considerado o fator de comercializao. As avaliaes podem ser especificadas quanto fundamentao e preciso. A fundamentao ser funo do aprofundamento do trabalho avaliatrio, com o envolvimento da seleo da metodologia em razo da confiabilidade, qualidade e quantidade dos dados amostrais disponveis.

A preciso ser estabelecida quando for possvel medir o grau de certeza e o nvel de erro tolervel numa avaliao. Depende da natureza do bem, do objetivo da avaliao, da conjuntura de mercado, da abrangncia alcanada na coleta de dados quantidade, qualidade e natureza , da metodologia e dos instrumentos utilizados.

Os graus de fundamentao e de preciso nas avaliaes sero definidos nas demais partes da NBR , guardado o critrio geral de atribuir graus em ordem numrica e crescente, onde o grau I o menor.

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Flag for Inappropriate Content. Download Now. Related titles. Carousel Previous Carousel Next. Jump to Page. Search inside document. Cpia no autorizada NBR 2 Referncias normativas As normas relacionadas a seguir contm disposies que, ao serem citadas neste texto, constituem prescries para esta parte da NBR Cpia no autorizada NBR 3.

Cpia no autorizada NBR 7. Cpia no autorizada NBR 8 Metodologia aplicvel 8. Cpia no autorizada NBR 10 Apresentao do laudo de avaliao Related Searches Nbr Luciano Aroni Ferreira. Marcio Soares da Rocha. Will Monteiro. Kleber Marcelo Carvalho. Kelver Vargas. Eduardo Caldas da Rocha. Graziane Rodrigo Luis Castelli. Janete Ghattas Dao. Paulo Cesar Albertini.

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